Um blog de uma leitora que escreve. Ou seria uma escritora que lê?
quarta-feira, 19 de agosto de 2020
À margem dos padrões de beleza
quarta-feira, 12 de agosto de 2020
Profissão: Escritora Independente
Quando comecei a escrever, nada mais era do que um hobby. Algo que um dia iria passar. Com o tempo, percebi que seria mais do que isso. Era como se as historias criassem vida e suplicassem por sair da minha cabeça. Parece que os personagens estão querendo contar suas histórias.
Foi assim com o livro "Andromeda" e o livro "O Órfão", e várias outras história que surgiram no livro "Conto ou não conto". O processo de criação de cada escritor pode ser diferente. Mas todos possuem algo a contar.
Mas se engana quem pensa que essa é a parte mais difícil. Existe um longo caminho até um livro independente ser publicado.
Quando colocamos o ponto final na historia, precisamos de alguém que o revise gramaticalmente. Depois, dependendo da história, pode-se precisar de um "Leitor Sensível" (que é um leitor que revisa o texto para que não haja termos ou expressões que possam ofender).
Tendo isso feito, é hora de pensar na capa e no formato do livro. Onde será disponibilizado?Será impresso ou e-book? Haverá brindes? Marcadores de páginas? Como será feito o lançamento? Ao vivo? Presencial? On-line?
Mas, apesar de tudo isso, o prazer de ter a história que escrevi com tanto carinho e atenção publicada não tem preço. Às vezes, pego uma história minha e releio pelo simples prazer de relembrar como foi escrito cada parágrafo, cada capítulo.
Quando você lê uma história minha, pode ter certeza de que faço com todo carinho do mundo e que desejo que a sua leitura seja um processo tão prazeroso quanto foi para mim escrevê-lo.
Quer conhecer mais desse meu universo?
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domingo, 9 de agosto de 2020
Resenha: Diário de uma Escrava (Rô Mierling)

quarta-feira, 5 de agosto de 2020
Meu Melhor Amigo - Ebook
Falar sobre a sexualidade ainda é um tabu. A literatura gay ou LGBT no Brasil é escassa e muito discriminada, embora muitos autores importantes tenham deixado sua contribuição para o tema, incluindo a escritora Cassandra Rios, que foi a primeira escritora a falar sobre homossexualidade feminina no país, lá na década de 1970.
Mas, se falar sobre homossexualidade na literatura já têm suas barreiras, como escrever sobre isso de forma leve e descontraída?
Foi partindo dessa premissa que lancei o livro "Meu Melhor Amigo". Nele, narro de forma bastante familiar, a história de Bruna, Pedro, Fernanda e Liliane. Quatro pessoas diferentes, unidas por sentimentos muito semelhantes. No livro mostro que o conceito de homoparentalidade pode ir muito além. Afinal, uma família pode ser formada por um pai e uma mãe e seus filhos. Mas também pode ser formada por duas mães ou dois pais. Já que o que importa é o amor. E este, independe de qualquer gênero.
Quer saber como eu termino essa história?
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